É o primeiro dia. Primeiro dia das mesmas sensações. Primeiro dia da mesma desesperança. Primeiro dia do mesmo sonho eterno. Primeiro de todos os dias que não veio me ver. Primeiro dia de um novo ano com o mesmo desamor.
Desamor porque não está perto. Desamor porque não ama mais. Ou ama, mas não tem coragem. Mas mente falando pra mim, adorela, você também ama mas não tem coragem.
Feliz ano novo! Brinde ao meu ex-eterno-amor-desamado.
sábado, 1 de janeiro de 2011
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Vazio
Primeiro veio o vazio. Se instalou ali quietinho naquela órgão que as pessoas quase não usam. E foi crescendo, alimentando-se daquelas lembranças sem fundamento e do presente sem ter do que. E cresceu todo manso, sem parecer atrapalhar na vida dela.
Mas ele era o vazio e como era de se esperar, tornou-se insustentável. Ela procurou preenche-lo da melhor maneira possível. Andou ruas e esquinas atrás de alguém para preenche-lo e não encontrando, descobriu que boas cervejas e boas risadas com amigos supriam, mas não acabavam com o vazio.
E se querem um bom final feliz, haverão de procurá-lo em outro conto, porque aqui vem o final: ela aprendeu a conviver com o vazio sem parecer tão louca, mas dentro do peito ele lhe consumia dia a dia. Enquanto isso, ela esperava na janela pelo causador de todo o vazio que a devastava, entretanto sem resposta.
Mas ele era o vazio e como era de se esperar, tornou-se insustentável. Ela procurou preenche-lo da melhor maneira possível. Andou ruas e esquinas atrás de alguém para preenche-lo e não encontrando, descobriu que boas cervejas e boas risadas com amigos supriam, mas não acabavam com o vazio.
E se querem um bom final feliz, haverão de procurá-lo em outro conto, porque aqui vem o final: ela aprendeu a conviver com o vazio sem parecer tão louca, mas dentro do peito ele lhe consumia dia a dia. Enquanto isso, ela esperava na janela pelo causador de todo o vazio que a devastava, entretanto sem resposta.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Do eterno e sempre amor
Quando seu cheiro – vindo do céu – encosta no meu nariz de novo, milhares de reações são desencadeadas em cada pedaço de mim. Há no seu cheiro algo que me faz ter a sensação de ser completa e para sempre. Qualquer substância ali que me faz pensar em amor pela manhã de beijo morno, amor de lua cheia, amor de desejos pequenos que me fazem grande, amor de corpos cansados e sorridentes.
Maldade é meu nariz ficar sem o seu, já que ele não sabe querer outro. Maldade é o vazio em que bate meu coração, numa nota decadente que nunca chegará a ser canção sozinha. Maldade é acordar sozinha na cama gelada, sem sua respiração – aquela que me arrepia – em minha nuca. Maldade é não ter aquele abraço do meu tamanho, segurança diária que eu precisava pra viver. Maldade é minhas bochechas não ruborizarem mais porque não tem mais estimulo dos seus olhos parados nos meus. Maldade é essa saudade enorme que eu sinto e que não tem data pra parar de sentir.
Preciso falar que eu sinto sua falta ou a tatuagem com os dizeres nas minhas costas já o bastam?
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 28 de setembro de 2010
domingo, 26 de setembro de 2010
Do prazer
Ela dormia no sofá quando ele chegou. Estava lá desfalecida, um livro caído sobre o ventre, uma música minimalista enchia todo o ambiente com suavidade. Uma chuva leve era denunciada pelos pingos nos cabelos dele ao chegar.
Ele notou que ela dormia, chegou-se quieto, sem fazer ruído algum. Abaixou-se ao seu lado, retirou o livro que lhe pesava sobre o ventre, era um livro de poesia, colocou-o sobre o chão. Ficou ali parado olhando a dormir, como era linda! Os cabelos louros desalinhados na almofada, a pele alva levemente descorada, os seis pequenos quase aparecendo, pois a camiseta lhe caia os ombros, as coxas fartas deixando-se mostrar na saia rodada de algodão. Ah, como ele a desejava, como ele a amava.
Ela nem se mexia, não havia notado a presença dele ali, ajoelhado ao seu lado, olhando a com um carinho imenso. Ele pensava enquanto acarinhava os cabelos dela: “Será que ela sabe que estou aqui? Será que sonha comigo agora?”.
Largou os cabelos, passeando pelo seu colo, barriga e seios. Deslizava a mão pela sua roupa demoradamente. Ela de repente se mexeu. Acordou-se, quase ia se assustar quando o reconheceu. Ele a beijou demoradamente como que confirmando que realmente era ele, não era sonho dela, não era ilusão.
Ela tão logo notou que o desejo dele por ela, instantaneamente dentro dela acendeu-se uma chama de vontade incontrolável. Ele, como bom observador que era, percebeu e continuou a acariciá-la.
Ela o olhava com amor e excitação enquanto ele passeava por seus seios e beijava-lhe o pescoço. Ela o puxou, lhe deu um beijo quente e uma mordida no pescoço. Ele continuou perdendo-se nela, levantou-lhe a blusa e descobriu seus seios desnudos, róseos e macios; acariciou-os por algum tempo sem pressa como quem faz algo pela última vez. Depois os beijou e lambeu, sugando-os como se fossem o mais doce mel da terra.
Voltou a beijá-la, ela se contorcia de prazer e soltava gemidos abafados pela música da sala. Ele descia pelo seu ventre, ora beijando, ora acariciando, ora mordendo; chegando em pouco tempo as coxas, perdeu-se ali. Apertava com tamanha vontade que a pele dela ficava avermelhada.
Ela o olhava com a feição de criança que quer o doce logo. Ele sabia disso, mas não lhe daria sua recompensa rapidamente. Passava as mãos pelo meio das coxas, ela segurava as mãos dele levando-as até o meio de suas coxas, mas ele desviava. Beijaram-se novamente.
As mãos dele escorregaram pelo meio de suas coxas e ele acariciou-lhe o sexo por cima da calcinha molhada. Ela estava em êxtase, parecia ter sido transportada a outro planeta e a excitação dele aumentava à medida que ela gemia.
Abriu caminho pela calcinha, chegando ao clitóris dela. Ali brincou como criança, ria-se satisfeito ao ver o rosto dela mudar de expressão por conta do prazer. Deixou os dedos passearem, sem pressa. Parou, beijou-a. Faltava pouco para que ela lhe implorasse que continuasse. Ele não continuou. Escorreu o corpo dela até chegar à vagina, tirou a calcinha com a boca e ali deixou cair seus lábios e língua afoitos.
Bebeu do prazer dela, sentiu o calor, deu-lhe prazer inimaginável. Ela contorcia-se mais e mais, gemia, respirava com dificuldade. Ele estremecia de prazer vendo-a quase ter um orgasmo.
Quando ela estava prestes a chegar ao auge, ele escalou seu corpo quente chegando à boca, beijou-a demoradamente, ela lhe arrancou a camisa e boa parte das costas com as unhas. Abriu a calça afoita, sentiu a respiração quente dele no pescoço e sussurros ainda desconhecidos no ouvido.
Beijou-lhe os seios novamente e delicadamente penetrou-a como se fosse virgem. Enquanto sentia o encontro perfeito de seus sexos, beijava-lhe o pescoço, orelhas e colo. Ela lhe abraçava forte – e cada vez mais forte – apertava-lhe os cabelos, puxava-o para perto como se quisesse que ele se fundisse a ela.
Ambos sentiam o prazer crescer junto, multiplicando-se em cada movimento. O suor escorria-lhes a face juntando-se com a saliva e a excitação. Ela gemia, contorcia-se como se fosse de pano, beijava-o e mordia-o. Um gemido conjunto surgiu mais alto que a música que tocava na sala, havia chegado ao orgasmo juntos, naquela mesma velha cumplicidade que sempre tiveram.
Ele caiu desfalecido nos braços dela. Ela ficou docemente lhe afagando os cabelos e beijando-lhe a testa empastada de suor. Ele lhe falava do quanto esperava por esse momento de novo.
Enfim, adormeceram e só as paredes sabem por quanto tempo e se aquilo tudo virou rotina ou voltaria a ser apenas uma lembrança para ambos.
Ele notou que ela dormia, chegou-se quieto, sem fazer ruído algum. Abaixou-se ao seu lado, retirou o livro que lhe pesava sobre o ventre, era um livro de poesia, colocou-o sobre o chão. Ficou ali parado olhando a dormir, como era linda! Os cabelos louros desalinhados na almofada, a pele alva levemente descorada, os seis pequenos quase aparecendo, pois a camiseta lhe caia os ombros, as coxas fartas deixando-se mostrar na saia rodada de algodão. Ah, como ele a desejava, como ele a amava.
Ela nem se mexia, não havia notado a presença dele ali, ajoelhado ao seu lado, olhando a com um carinho imenso. Ele pensava enquanto acarinhava os cabelos dela: “Será que ela sabe que estou aqui? Será que sonha comigo agora?”.
Largou os cabelos, passeando pelo seu colo, barriga e seios. Deslizava a mão pela sua roupa demoradamente. Ela de repente se mexeu. Acordou-se, quase ia se assustar quando o reconheceu. Ele a beijou demoradamente como que confirmando que realmente era ele, não era sonho dela, não era ilusão.
Ela tão logo notou que o desejo dele por ela, instantaneamente dentro dela acendeu-se uma chama de vontade incontrolável. Ele, como bom observador que era, percebeu e continuou a acariciá-la.
Ela o olhava com amor e excitação enquanto ele passeava por seus seios e beijava-lhe o pescoço. Ela o puxou, lhe deu um beijo quente e uma mordida no pescoço. Ele continuou perdendo-se nela, levantou-lhe a blusa e descobriu seus seios desnudos, róseos e macios; acariciou-os por algum tempo sem pressa como quem faz algo pela última vez. Depois os beijou e lambeu, sugando-os como se fossem o mais doce mel da terra.
Voltou a beijá-la, ela se contorcia de prazer e soltava gemidos abafados pela música da sala. Ele descia pelo seu ventre, ora beijando, ora acariciando, ora mordendo; chegando em pouco tempo as coxas, perdeu-se ali. Apertava com tamanha vontade que a pele dela ficava avermelhada.
Ela o olhava com a feição de criança que quer o doce logo. Ele sabia disso, mas não lhe daria sua recompensa rapidamente. Passava as mãos pelo meio das coxas, ela segurava as mãos dele levando-as até o meio de suas coxas, mas ele desviava. Beijaram-se novamente.
As mãos dele escorregaram pelo meio de suas coxas e ele acariciou-lhe o sexo por cima da calcinha molhada. Ela estava em êxtase, parecia ter sido transportada a outro planeta e a excitação dele aumentava à medida que ela gemia.
Abriu caminho pela calcinha, chegando ao clitóris dela. Ali brincou como criança, ria-se satisfeito ao ver o rosto dela mudar de expressão por conta do prazer. Deixou os dedos passearem, sem pressa. Parou, beijou-a. Faltava pouco para que ela lhe implorasse que continuasse. Ele não continuou. Escorreu o corpo dela até chegar à vagina, tirou a calcinha com a boca e ali deixou cair seus lábios e língua afoitos.
Bebeu do prazer dela, sentiu o calor, deu-lhe prazer inimaginável. Ela contorcia-se mais e mais, gemia, respirava com dificuldade. Ele estremecia de prazer vendo-a quase ter um orgasmo.
Quando ela estava prestes a chegar ao auge, ele escalou seu corpo quente chegando à boca, beijou-a demoradamente, ela lhe arrancou a camisa e boa parte das costas com as unhas. Abriu a calça afoita, sentiu a respiração quente dele no pescoço e sussurros ainda desconhecidos no ouvido.
Beijou-lhe os seios novamente e delicadamente penetrou-a como se fosse virgem. Enquanto sentia o encontro perfeito de seus sexos, beijava-lhe o pescoço, orelhas e colo. Ela lhe abraçava forte – e cada vez mais forte – apertava-lhe os cabelos, puxava-o para perto como se quisesse que ele se fundisse a ela.
Ambos sentiam o prazer crescer junto, multiplicando-se em cada movimento. O suor escorria-lhes a face juntando-se com a saliva e a excitação. Ela gemia, contorcia-se como se fosse de pano, beijava-o e mordia-o. Um gemido conjunto surgiu mais alto que a música que tocava na sala, havia chegado ao orgasmo juntos, naquela mesma velha cumplicidade que sempre tiveram.
Ele caiu desfalecido nos braços dela. Ela ficou docemente lhe afagando os cabelos e beijando-lhe a testa empastada de suor. Ele lhe falava do quanto esperava por esse momento de novo.
Enfim, adormeceram e só as paredes sabem por quanto tempo e se aquilo tudo virou rotina ou voltaria a ser apenas uma lembrança para ambos.
Assinar:
Postagens (Atom)